sábado, 19 de novembro de 2011

Armas para uma boa guerra


Qualquer que seja o nome contra a corrupção que tem transtornado a vida do povo brasileiro deve começar por pontos objetivos. Não adianta generalizar os motivos da corrupção. Precisamos atacar pontualmente. Reforma Eleitoral, Reforma Política, Reforma Tributária e Fiscal e Administrativa. No momento temos pontos  cruciais que devemos levantar as bandeiras, com maiores possibilidades de ganhos. 

Na Reforma Eleitoral, necessitamos de novas ferramentas como o Voto Distrital, Voto Facultativo, mas, principalmente, o Recall Eleitoral < LEIA SOBRE O RECALL ELEITORAL. De onde o Brasil copiou o instrumento do impeachment só aplicável a Presidente da República,  lá tem também o Recall Eleitoral para banir os maus gestores de governos e prefeituras locais.  O Recall Eleitoral somado ao voto Distrital mais o Voto Facultativo serão imbatíveis para que o eleitor possa punir os maus governos locais sem ter que esperar pelo término do mandato.

Na Reforma Administrativa, abaixo o que sempre pregamos: o menor número possível de ministérios e Secretarias e comissões para tudo; menos poder para a Coroa do Estado sortida com o labor do povo brasileiro, a serviço dos meliantes oportunistas partidários.


Taxa de ineficiência
Merval Pereira
O Globo - 19/11/11

A propalada disposição da presidente Dilma Rousseff de fazer uma reforma ministerial não apenas para trocar meia dúzia de ministros - mais que isso ela já teve que fazer por circunstâncias alheias à sua vontade -, mas para dar uma enxugada na estrutura de seu primeiro escalão, é um alento, embora seja difícil imaginar que ela consiga cortar pela metade essa miríade de postos de primeiro escalão sem criar problemas com sua base partidária, a maior e mais heterogênea já montada na História recente do país.

São 24 ministérios, mais nove secretarias ligadas à Presidência e seis órgãos com status de ministério.

O caso do (ainda) ministro do Trabalho, Carlos Lupi, é emblemático: desmoralizado depois de bravatas públicas e mentiras patéticas, continua no cargo por receio da presidente de que seu partido, o PDT, que comanda o Trabalho desde o governo Lula, possa votar contra a aprovação da DRU, fundamental para dar flexibilidade à execução orçamentária do governo.

O fato é que 39 ministérios é um recorde na História do país, além de ser uma dimensão que está dentro do que se conhece como "coeficiente de ineficiência", aplicável a qualquer grupo de decisão.

Segundo a teoria do historiador britânico Northcote Parkinson, um grupo perde o controle político quando ultrapassa um tamanho ideal, que fica entre 19 e 22 membros.

Napoleão era mais drástico e dizia que nos altos níveis não se comanda com eficiência mais de sete subordinados.

Uma lenda britânica atribui o fato de que nenhum governo tem um gabinete formado por oito ministros ao que aconteceu com o rei Carlos I, da Inglaterra, o único governo de oito membros de sua História. Foi decapitado depois de, com base no direito divino dos reis, cobrar impostos sem o consentimento do Parlamento, o que gerou a primeira guerra civil inglesa.

Um estudo, já relatado aqui na coluna, de três físicos da Universidade Cornell, Peter Klimek, Rudolf Hanel e Stefan Thurner, depois de analisar a composição ministerial de 197 países, chegou à conclusão de que os governos mais eficientes têm entre 19 e 22 membros.

O Brasil estaria no mesmo nível de ineficiência ministerial do Congo (40); do Paquistão (38); de Camarões, Gabão, Índia e Senegal (36); de Myanmar, Costa do Marfim e Indonésia (35); da Coreia do Norte; da Nigéria, de Omã e Iêmen (34); e do Irã e do Sudão (33).

A maioria dos países desenvolvidos, à época do estudo, tinha entre 13 e 20 ministros. O cientista político Octavio Amorim Neto, da Fundação Getulio Vargas do Rio, que estuda a formação de gabinetes ministeriais no Brasil, atribui a questões específicas de nossa redemocratização as razões pelas quais o número de ministérios no Brasil tem aumentado, a partir da eleição de Tancredo Neves, em 1985.

Antes de Tancredo, o governo Figueiredo tinha 16 membros, sem contar os ministérios militares, que eram cinco: Marinha, Exército e Aeronáutica, SNI e Emfa.

Quando Tancredo Neves foi eleito, uma das primeiras coisas que fez foi aumentar o número de ministérios, para acomodar na sua coalizão uma série de facções do PMDB e do antigo PDS, transformado em Frente Liberal.

Além de questões políticas mineiras, que justificaram a criação do Ministério da Cultura, onde ele colocou seu inimigo cordial José Aparecido de Oliveira.

O primeiro Ministério, que o vice José Sarney aceitou ao assumir devido à doença de Tancredo, tinha 21 ministros, com três ministérios novos: além do da Cultura, o da Reforma e Desenvolvimento Agrário, e o de Ciência e Tecnologia.

O governo de Fernando Collor reduziu radicalmente o Ministério para 10, chegando a 12 no final, antes do impeachment.

Quando Itamar Franco assumiu, na crise da deposição de Collor, uma das primeiras coisas que fez foi ampliar o número de ministérios para 22, tendo sido criado o Ministério do Meio Ambiente.

O tamanho dos ministérios ficou em torno desse número no governo Fernando Henrique Cardoso, embora também ele tenha criado mais três ministérios: o do Planejamento, o da Defesa e o do Esporte, e uma série de secretarias para acomodar facções políticas.

As recorrentes crises políticas que temos vivido, especialmente agudas no governo Dilma Rousseff, a ponto de fazê-la perder nada menos que sete ministros (podendo chegar a oito) antes do primeiro ano de governo, sendo que nada menos que seis (a caminho do sétimo) por corrupção, são decorrência da distorção do conceito de governo de coalizão que adotamos desde a implantação da Nova República.

Os partidos políticos não passam de aglomerados de facções políticas que têm que ser atendidas, superdimensionando o problema da fragmentação partidária, que já é grande - temos 38 partidos políticos em atividade no país, sendo que 23 com representação no Congresso.

O processo de formação da coalizão tem sido desviado de seu leito natural nos últimos anos, e tem valido tudo, desde a falta de compromisso com programas partidários até a adesão a posteriori de partidos que estiveram na oposição na eleição anterior.

E esses partidos aderem aos governos não em troca de compromissos programáticos, mas de cargos e prestígio político.

É o que estamos vendo agora na adesão ao governo do novo PSD, que foi bem-sucedido na manobra de assumir o lugar do DEM no nicho eleitoral da centro-direita, formando a terceira bancada do Congresso sem um programa que una as diversas lideranças políticas que o formam.

Com a nova adesão a ser formalizada na reforma ministerial e a natural reação dos que já estão dentro da coalizão governamental, vai ser uma tarefa praticamente impossível reduzir o número de ministérios.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Alerta: Isto não é o TiradentesVive

Alerta: Isto não é o TiradentesVive



Esta mensagem  também circula dentro do PT. Algumas propostas são até bem aceitas pelos Lulistas. Lembramos que o ítem de Nº 5 (CINCO) é proposta do Partido dos Trabalhadores no desejo do sistema UNICAMERAL.

Na falta de unidade de valores do povo brasileiro temos aqui, neste e-mail, que circula na internet, um emaranhado de ideias que soam intencionais, para além do comum. O que oculta ?



PARECE QUE O POVO ESTÁ ACORDANDO!!!


 É... o clima lembra o período que antecedeu a revolução francesa. 
O terceiro estado (povo) clama por justiça. Um milhão de pessoas na Avenida Paulista e principais avenidas das capitais brasileiras pela demissão de toda a classe política
12/10/2011
Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra o mau político, e contra a degradação da nação está começando. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm acontecido, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos próprios filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer tudo o que for preciso, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' do Brasil, até aqui, falam em cortes de despesas - mas não dizem quais despesas - mas, querem o aumentos de impostos como se não fôssemos o campeão mundial em impostos.

Nenhum governante fala em: 

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, 14º e 15º salários etc.) dos poderes da República;

2. Redução do número de deputados da Câmara Federal, e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países sérios. Acabar com as mordomias na Câmara, Senado e Ministérios, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do povo;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de reais/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o  bolo salarial respectivo.

5. Acabar com o Senado e com as Câmara Estaduais, que só servem aos seus membros e aos seus familiares. O que é que faz mesmo uma Assembléia Legislativa (Câmara Estadual)? 

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e das Assembleias Estaduais, se não for possível acabar com elas.

7. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades; Aliás, 2 partidos apenas como os EUA e outros países adiantados, seria mais que suficiente.

8. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc.., das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

9. Acabar com os motoristas particulares 24 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, as ex-famílias...

10. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;

11. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.;

12. Acabar com o vaivém semanal dos deputados e respectivas estadias em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes;

13 Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós que nunca estão no local de trabalho). HÁ QUADROS (diretores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE CONSULTORIAS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;

14. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir aos apadrinhados do poder - há hospitais de cidades com mais administradores que pessoal administrativo... pertencentes Às oligarquias locais do partido no poder...

15. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

16. Acabar com as várias aposentadorias por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo LEGISLATIVO.

17. Pedir o pagamento da devolução dos milhões dos empréstimos compulsórios confiscados dos contribuintes, e pagamento IMEDIATO DOS PRECATÓRIOS judiciais;

18. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os ladrões que fizeram fortunas e adquiriram patrimônios de forma indevida e à custa do contribuinte, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controle, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela precisam;

19. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

20. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham  beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

21. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu patrimônio antes e depois.

22. Pôr os Bancos pagando impostos e, atendendo a todos nos horários do comércio e da indústria.

23. Proibir repasses de verbas para todas e quaisquer ONGs.

24. Fazer uma devassa nas contas do MST e similares, bem como no PT e demais partidos políticos.

25. REVER imediatamente a situação dos Aposentados Federais, Estaduais e Municipais, que precisam muito mais que estes que vivem às custas dos brasileiros trabalhadores e, dos Próprios Aposentados.

26. REVER as indenizações milionárias pagas indevidamente aos "perseguidos políticos" (guerrilheiros).

27. AUDITORIA sobre o perdão de dívidas que o Brasil concedeu a outros países. 

28. Acabar com as mordomias  (que são abusivas) da aposentadoria do Presidente da Republica, após um mandato, nós temos que trabalhar 35 anos e não temos direito a carro, combustível, segurança, etc.

29. Acabar com o direito do prisioneiro receber mais do que o salário mínimo por filho menor, e, se ele morrer, ainda fica esse beneficio para a família.  O prisioneiro deve trabalhar para receber algum benefício, e deveria indenizar a família que ele prejudicou.

30 - (ACRESCENTO) Proibir que um prefeito, vereador, deputado, senador, presidente da república ao término do mandato, trabalhar, usando nosso dinheiro, para eleger a esposa ou quaisquer parentes em sua substituição tornando o mandato  propriedade da família o que acontece de forma escandalosa em nosso país


Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail.Se tiver mais algum item, favor acrescentar

TENHO 01 ITEM A ACRESCENTAR SIM: 
31. O POVO TEM QUE TER VERGONHA NA CARA!  NOS ENCONTRAMOS EM  12/10/11! Até la...


''O QUE ME INCOMODA NÃO É O GRITO DOS MAUS, E SIM, O SILÊNCIO DOS BONS''  (Martin Luther King)




segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Todo dia é O Dia, Qualquer hora é a Hora

└═─ São Paulo-Capital pela #Trilha ─═┘
Quanto à nossa maioria ... um é suficiente. 
Benjamin Disraelli




└═─ Dourados-MS pela #Trilha ─═┘

Quanto à nossa maioria ... um é suficiente. 
Benjamin Disraelli




Muitas décadas de desacertos e não será por passe de mágica e barulho que o Brasil encontrará a sua Trilha.





quarta-feira, 10 de agosto de 2011

#SetedeSetembroNegro


└═─Rebelados da #Trilha de @TiradentesVive─═┘#SetedeSetembroNegro




A idéia surgiu de uma informação divulgada pelo Cacique mais antenado da internet. O Chefe,  o BOSS (como eu carinhosamente o chamo) @ajuricabat. O guerreiro da Tribo dos Manaós divulgou essa informação na quarta-feira aqui. Imediatamente achei interessante e repliquei o coice para os meus incautos — jamais incultos — seguidores e, até o momento, já contamos com a adesão de @ngfaleiros @AparecidoSilva @SaoBlack @LuizLeone, @emeoliv @DriFalavigna. A idéia, além do que está no texto original, é levar esse sentimento de luto para o Desfile Militar de 7 de setembro no Sambodromo do Anhembi na capital de São Paulo. Não me recordo se o desfile ainda é televisionado (sei que o do DF é), mas ainda assim seria uma ótima oportunidade para reafirmar que alguns brasileiros — muitos — estão de luto pela morte de uma grande nação. Os que reconhecem essa passagem para o além prematura sabem que um país não pode ser medido somente por a quantas andam as questões de ordem econômica e social. Há dezenas de outras questões que devem ser observadas e que no caso do nosso país têm desempenho sofrível. E há uma, em especial, que é fundamental para compreender porque tudo parece nos tragar para um buraco negro onde a regra é a bandidagem independente do estrato social, a corrupção sem freios em todas as relações humanas e a certeza da impunidade por  centenas  de crimes praticados a todo  momento: A MORAL. Nosso país vive uma crise moral sem precedentes já há alguns anos. 

Os pais de família, tragados pelo politicamente correto e pela tortura de viverem se informando com desinformação por tudo que é lado, já não conseguem transmitir valores maiores para seus filhos. Gerações inteiras são educadas na frente da TV e do computador. Vivem por viver, alimentam-se e respiram por serem necessidades das quais não é preciso muita reflexão para se reconhecer como extremamente necessárias. 

A escola agora não consegue cumprir a sua função mínima de ensinar as 4 operações matemáticas e garantir que seus alunos consigam interpretar um texto de 20 linhas. Os jovens saem do ensino médio semi-alfabetizados e não raro fazem graduação e pós-graduação levando adiante uma cultura de total despreparo e desprezo intelectual e moral. Isso se a escola já não tiver se transformando num pré-vestibular para o presídio, pois é cada vez mais comum vermos casos absurdos de violência também do lado de dentro dos portões. Tendo muita sorte — a sociedade — esses jovens serão apenas engenheiros, médicos e advogados que, desde que não cometam falhas criminosas em suas profissões — algo cada vez mais freqüente também —, não propagarão a falha de sua formação para outros jovens. Mas e quando esses infelizes se acham talhados para serem professores, jornalistas e formadores de opinião? Aí a desgraça ecoa e atinge as novas gerações como uma pá de esterco que ao invés de adubar, soterra por completo as jovens mudas.

Não é possível viver em um país onde os escândalos políticos, os desmandos, o despreparo de governantes, o cassino montado em todos os escalões dos governos, a total falta de vergonha na cara dos homens públicos, ímprobos, cafetões da própria mãe — a Pátria — e a falta de punição para o erro, sejam cuspidos em nossa cara desde o café da manhã até a hora da ceia. 

Não é possível viver num país que possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e em troca não nos oferece segurança, saúde, transporte, saneamento básico etc. Como é possível acreditar que vivemos em uma democracia se o que existe é uma demoapatia generalizada de um povo que foi levado a acreditar que democracia se resume a, de tempos em tempos, votar em algum candidato alegórico que irá fazer alguma coisa que nem ele mesmo sabe em algum lugar que simplesmente desconhece para quê existe? Acreditar que o povo compreenderá o verdadeiro sentido da democracia obrigando-o a votar? Voto obrigatório não é democrático; é uma espécie de coerção praticada pelo Estado para garantir legitimidade a um processo. Mas isso  apenas contribui para que a vitória seja sempre de quem tiver o melhor marqueteiro e a melhor máquina de propaganda: o Poder do Estado. E quando já estivermos cansados dessa camarilha, desses ratos traiçoeiros, calma!, logo já será fevereiro, ainda que o Brasil seja Carnaval o ano inteiro, e poderemos, enfim,  ser felizes sob o sorriso analgésico de um  Momo cada vez mais magro e sem graça.

Sim, mas isso pode mudar um pouco hoje e um pouco mais amanhã. Com poucos hoje e com muitos mais amanhã. Basta sairmos dessa apatia mórbida que tomou conta dos indivíduos de respeitabilidade, dos homens de boa vontade. Basta que demonstremos, com ações simples, que parcela de nossa sociedade não sucumbiu a essa nova era sem valores, sem moral, sem ética e com um senso de justiça totalmente invertido para se adaptar ao caos do mundo.         

Não basta demonstrar insatisfação e indignação no mundo virtual. As redes sociais representam uma parcela ainda insignificante das pessoas reais e dentro delas o percentual das que realmente falam alguma coisa de valor, e não um amontoado de palavras fúteis para serem repetidas por uma legião de ovelhas desinteressadas, é ainda menor. Ou seja: seu avatar não poderá fazer muita coisa, mas você pode. O mundo virtual ainda serve, principalmente, para conhecer pessoas de carne e osso desse lugar que ficou meio fora de moda, mas que ainda é bem interessante: o mundo real. Pessoas que se identifiquem com valores semelhantes aos seus. Pessoas que se reconheçam unidas pelo sentimento de justa ira em ver o país sendo governado, dirigido e aconselhado por turbas de incompetentes e ladrões de todas as graduações que não têm nem mais vergonha de mostrar a cara. 

Faça como eu: saia da tela do computador e ganhe as ruas de forma ordeira, mas determinada. Dia 7 de setembro eu pretendo demonstrar meu luto por esse Brasil nada independente. Deixar registrado, de forma evidente, como é lancinante a minha dor por um país que parece cada vez mais dependente dos interesses de todos os canalhas que se sentem confortáveis por jamais serem confrontados por conta de seus atos.  

Quem for comigo verá que realmente tenho cascos grossos e ferraduras de metal nobre ideais para #trilhas estreitas. Verá também que tenho um pêlo macio sobre uma carcaça magra e repleta de marcas do chicote e das farpas de uma carroça pesada, mas da qual eu não reclamo porque é o meu sustento. Ainda assim, eu estarei lá, pois acredito que o Brasil pode nos dar muito mais do que esse pão bolorento que somos forçados a engolir com um café gelado todas as manhãs, enquanto gargalhamos de alguma piada sem graça cuspindo as migalhas de nossa indiferença para todos os lados. 

Alexandre Core


Este Blog não tem moderação




quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Quem estará conosco?

└═─Blog da #trilha dos Rebelados de @TiradentesVIVE ─═┘Quem estará conosco?


Desde o início da formação do Tea Party americano — organização dos conservadores para fazer frente contra as maléficas intenções da esquerda americana encarnada no Presidente Barack Obama —, tudo que se lê publicado na imprensa brasileira, ou é desinformação ou, o mais plausível, é que esteja sendo, propositalmente, negada a verdade ao leitor brasileiro.

Hora de tentar analisar o comportamento da nossa imprensa e verificar os reais motivos que a têm levado a proceder deste modo. Nota-se, sem nenhuma dúvida o gosto por agradar a esquerda americana. Há um medo sem tamanho e caberia perguntar o porquê. E, os porquês não são poucos.

Não vem de hoje a sistemática maneira deste tratamento. A ligação do Globo, por exemplo, com o grupo Times é antigo. Time-Life-Globo, quem não se recorda ?

As recorrentes inserções de colunistas do New York Times no jornal O Globo dá bem a medida do conluio com a esquerda americana. Também prêmios na área de jornalismo não tem como acontecer se não houver acordo com o main stream mídia americano. E o Globo tem jornalistas premiados.

Concluie-se que, a fatura é cobrada e muito bem paga:

Extremistas que dão as cartas nos EUA. Este foi o título de hoje, naquele jornal, exatamente na Editoria Mundo. Assina uma pretensa especialista em constituição e História americanas. Todo o texto nada mais é do que a macaquice de repetir o que tem dito a imprensa comunista americana — de fácil acesso pela internet — e os membros da administração Barack Obama, por meio do NYT.

Neste mesmo dia quarta-feira, 3 de agosto de 2011, na mesma página de nº 28 da Editoria Mundo, uma coluna assinada por Joe Nocera — também do New York Times —, cujo título faz uso de uma palavra odiada pelo povo americano que é a Jihad. Uma palavra de entendimento islâmico, à cuja religião extremista Barack Obama é unido e da qual, é também, atualmente, o maior publicista para o Ocidente.

A matéria de O Globo, assinada por Janaina Lage sequer tem o cuidado de disfarçar a cópia. Estapafurdiamente, Janaina afirma e define por nomes supostas lideranças do Tea Party. Por tanto desconhecimento a moça nem poderia se dizer jornalista, menos ainda, assinar em tão importante Editoria. Quem foi que informou à jornalista que o Tea Party tem aquelas lideranças ? Os políticos citados saíram do próprio Tea Party, como é o caso de Michele Bachmann. Os demais, trabalharam duro para serem merecedores do apoio — endorsement — do Movimento e sem o qual não teriam sido eleitos. Com exceção de Sarah Palin, que deu total apoio ao início do Movimento do TeaParty ainda no estágio  de Grassroot, ou seja, apoiadora de primeira hora. O Tea Party é o povo, como reitera nossa ilustração.

O movimento do Tea Party não tem controle. É mesmo incontrolável e totalmente independente em qualquer que seja o local. Contudo, o que os une são os valores, comuns a todos os conservadores. É desta união que sai a organização não entendida por quem está de fora até do conhecimento do que seja a cultura patriótica dos membros do Tea Party.

Conservadores não querem ser cidadãos do mundo globalizado da Nova Ordem Mundial. Eles querem continuar sendo americanos, uma nação com seus valores seculares — mais correto dizer, seria milenar. A importância do Tea Party de 1773 para o de hoje, é equivalente à importância da independência daquele povo. Em defesa dos mesmos ideais de liberdade, de necessidade de dizer não a tudo e a todos que lhes ameaçam os direitos individuais e a autonomia dos Estados, todos direitos inalienáveis, constitucionais.

Se um povo harmonioso em valores como religião, valores morais e cívicos enfrenta tantas barreiras de grande parte da mídia deles, seria bom que fossemos logo pensando sobre veículo da imprensa brasileira que seria a favor do TiradentesVive. Sim, porque, contra já saberíamos de antemão.



sexta-feira, 20 de maio de 2011

Reforma Eleitoral. Como vai ser ?

Envie sua foto com um simples cartaz em cartolina e pilot, ou como você queira e possa.



Para enviar sua manifestação sobre o tema Voto Facultativo e Voto Distrital você só precisa de uma cartolina e um pilot. Não é necessário que fotografe no meio de grandes avenidas ou aglomerado de gente. O povo brasileiro está acostumado com farra, festanças e barulhos, inócuos quase sempre, mesmo aqueles que são sendo *guiado* por mobilização de partidos políticos.

No TeaParty americano, mesmo se tratando  de um povo rico com acesso fácil à tecnologia, iniciou-se deste jeito simples. Depois, vieram os vídeos.

TiradentesVive não tem partido nem é representação de interesses pessoais. 
Siga @TiradentesVive no Twitter




terça-feira, 10 de maio de 2011

Passaportes Diplomáticos do Lula e família: assunto de Honra Nacional


Passe livre: passaportes concedidos abrem privilégios que os demais brasileiros não têm, como dispensa de visto.


Escrevi no Blog Tribo dos Manaós sobre a concessão dos malditos passaportes diplomáticos concedidos pelo Itamaraty aos filhinhos e netinhos do ex-Presidente. O título do post foi "Mudaram o Plebiscito?". Transcrevemos um trecho para retomarmos a idéia.

Em 1993, houve um plebiscito para se definir a forma e o sistema de governo no Brasil. Foi definido em consulta popular que seria adotado o Presidencialismo Republicano. Pois bem, após esgotado (e põe esgotado nisso) seu período administrativo, o EX quer por auto-decisão divina fazer a nação crer que existe uma família real, a quem serão concedidas benesses e privilégios eternos e hereditários. Depois vem a público a concessão de passaporte diplomático à prole, também sem o menor amparo legal e, principalmente, moral. 

Que interesses tem a Nação nessas duas criaturas despreparadas, cujos negócios floresceram claramente à sombra do cargo para o qual o pai foi eleito? 

O Itamaraty dizer que se trata de "renovação" não se justifica de forma nenhuma. Tinham porque eram filhos do presidente. Acabou o mandato, acabou o visto. Pronto. Tchau e benção. Resta aos mortais ficar de olho aberto e não deixar que isso caia no lugar comum de tantos desmandos cometidos nos anos de (des)governo do ex-Presidente Lula da Silva. 

Retomemos o post.  O Ministério das Relações Exteriores, conhecido nas bocadas como Itamarati, veio hoje a público e na maior pachorrice afirma em nota oficial que a concessão de sete passaportes diplomáticos destinados a quatro filhos e três netos do EX foi absolutamente regular. Claro que o texto não informa se os documentos foram recolhidos ou devolvidos. O comunicado foi emitido em resposta ao Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) que considerou a concessão dos documentos irregular e pediu sua devolução. No começo de abril, o MPF exigiu a devolução e cobrou explicações do Itamaraty. 

O MPF deve recorrer à Justiça para resolver a questão, já que os diplomatas tão polidos sentaram em cima das solicitações feitas por vias administrativas. 

Diz a Nota 182/2011: 
“Todos os passaportes diplomáticos expedidos pelo Ministério das Relações Exteriores até 24 de janeiro de 2011 foram concedidos em estrito cumprimento às regras do Decreto nº 5.978/2006. Não existem, no entendimento deste ministério, quaisquer elementos que justifiquem questionamentos à motivação ou à legalidade dos referidos atos.
O Ministério Público analisou 328 passaportes vermelhos e chegou à conclusão de que a concessão dos documentos foi irregular, pois foram emitidos em caráter excepcional pelo Itamarati, com o argumento que seriam pessoas com atividades de interesse da nação. Mas, para o Ministério Público Federal, as justificativas são impertinentes. 

Repito o que já escrevi: Que interesses tem a nação nessas duas criaturas despreparadas, cujos negócios floresceram claramente à sombra do cargo para o qual o pai foi eleito? 

A manutenção desses documentos de posse dos Lula da Silva é uma atentado ao bom senso, moral e ética; um tapa ardido no rosto dos brasileiros que acompanham esse tipo de informações e não só os capítulos das novelas e jogos de futebol.

Por que não perguntamos nós também ao MRE se os bonitinhos do papai devolveram ou não os passaportes?

Pode ser pelo twitter @MREBRASIL ; pelo Facebook MRE Brasil; ou no link de contato no site oficial http://www.itamaraty.gov.br/contact-info 

Não podemos deixar isso barato. É uma questão de honra, questão de hombridade. Leiam aí em baixo, sobre o nosso santo protetor, São Honesto. Haja.

Vou repetir o que já escrevi por ai, prá fazer virar bordão: 
"É pau prá comer sabão e pau prá saber que sabão não se come."

@Ajuricabat - TriboDosManaos



Crédito para a imagem


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Assim vivermos para todo o sempre. Amém ?

Por @Decicote



Os homens normais não sabem que tudo é possível

 David Rousset

A utopia socialista tem em sua raiz uma matriz religiosa, principalmente o judaísmo. Assim como o judaísmo e quase todas as religiões apocalípticas o socialismo vem da utopia de que a história da humanidade caminha para um desfecho, para um fim.
Mas o que para a religião é o paraíso, o céu, o nirvana, para o socialismo o é a ditadura do proletariado, um tempo projetado em um futuro sempre próximo, o “destino da humanidade”, portanto existe desde sempre, e é tarefa do “revolucionário” apressar esse futuro. Como é inevitável e até extremamente desejável que as profecias do homem de Trier (Marx) se realizem, todos os meio são válidos.  Moral, ética, humanismo são ideias e ideais da burguesia, do inimigo da igualdade, do mal, porém é tarefa do revolucionário usá-los, se os fins forem válidos para que brote do seio da humanidade o novo homem, em uma nova sociedade. Desestabilizar a suja e maléfica sociedade capitalista corrompendo sua juventude, fazendo de todos os seres tutelados pelo estado, destruir os vínculos familiares mesmo à custa de dor e morte, não importando com quem se unir. Mesmos os velhos inimigos são potenciais aliados estratégicos. Nunca é descartada e eliminação física dos oponentes. Os fins justificam os meios.  O admirável mundo novo tem pressa e será um tempo onde reinará a paz, haverá fartura e todos serão iguais. Não será necessário formular questões novas, pois o livro sagrado já deu todas as respostas. Tudo terá virado síntese. Todos viverão em paz e não haverá desejos, não haverá dor nem tristeza.

Todos os problemas estarão resolvidos e assim vivermos para todo o sempre amém.

Este é basicamente o credo do revolucionário, o estado totalitário por excelência. Muitos ficam espantados e intrigados quando veem que não foi pela via da violência revolucionária que muitos estados totalitários foram implantados, e a Alemanha nazista é um exemplo sempre presente e educativo. Hitler e seus asseclas chegaram ao poder dentro das regras do sistema democrático. Hanna Arendt, em origens do totalitarismo afirma que o acontecido destruiu duas ilusões dos países democráticos em geral; a de que o povo participava ativamente do governo e que todo individuo simpatizava com um partido ou outro. Na verdade as massas politicamente neutras e indiferentes e que compunham a grande massa podiam facilmente constituir a maioria nestes países, e ao serem conquistadas por este ou aquele, fazer com que a democracia funcionasse com regras de uma minoria. A segunda ilusão destruída era que essa massa neutra não influía nos processos democráticos, servindo apenas como pano de fundo da nação. Citando textualmente;
“Assim, quando os movimentos totalitários invadiram o parlamento com seu desprezo pelo governo parlamentar pareciam apenas contraditórios; mas na verdade conseguiram convencer o povo em geral de que as maiorias parlamentares eram espúrias e não correspondiam necessariamente à realidade do país, solapando com isso a dignidade e confiança dos governos na soberania da maioria.” (Arendt, Hanna – Origens do totalitarismo).
Ao desmoralizar as instituições usando o sistema contra o sistema, os nazistas criaram a escola que seria seguida muito tempo depois pelo pt. Hoje movimento parecido parece cada vez mais solapar a democracia e as instituições brasileiras. Desde o governo passado está em marcha, com o patrocínio dos próprios parlamentares do congresso, com membros do judiciário e muitos membros da oposição propositiva um continuo ataque às instituições e leis do país. Querem acabar com o TCU, responsável pela fiscalização das contas públicas. O governo dilma, com sua maioria esmagadora e seus mais de 300 picaretas não legislam nem fiscalizam o governo e propõem projetos que apenas fracionam cada vez mais a sociedade. Pede liberação de jogos e drogas, o que acuaria cada vez mais o cidadão comum em seu medo de ir e vir com segurança. Não se abre mais nenhuma CPI para averiguar os seguidos escândalos que ganham as manchetes de uns poucos jornais e revistas.  Mesmo ministros do supremo, teoricamente os guardiões da constituição, admitem em entrevista que direitos individuais podem ser violados em nome do “bem comum”.  A inflação caminha a passos largos, os impostos nunca foram tão altos e a autossuficiência no petróleo, o passaporte para o futuro que era o pre-sal parece ser uma viagem do nada a lugar nenhum. Fernando Collor, Sarney e Renam Calheiros comandam o senado, onde nada mais há para se discutir. O parlamento, o lugar onde se parla perdeu o sentido de ser quando as poucas vozes contrárias são caladas ou impedidas de falar, enquanto os apaniguados falam por horas.
Os que tentam argumentar com os petistas não conseguem ultrapassar a barreira que há entre o pt e a realidade, pois só há dialogo quando aceitamos a validade do interlocutor, o que não é o caso do pt. O axioma básico da ideologia petista é exatamente o mesmo de outros partidos e regimes totalitários. A mentira é o lugar comum. E apesar de tudo, não há oposição, ou a pouca oposição que há procura se destruir, atrás de seus próprios interesses e esquecendo que representa o povo, não a si mesmo e a seus cargos.
O governo patrocina de forma desavergonhada empresas de comunicação que não funcionam como propagadoras de noticias simplesmente, mas como propagadoras de ideias e da ideologia. Esconde o crime, enquanto continuam a investir na imagem que foi deixada por lula, mesmo que nada do que digam tenha a ver com a realidade, e aqui cabe citar outro paralelo de lula, Hitler, Stalin, Fidel,....;

O fascínio é um fenômeno social, e o fascínio que Hitler exercia sobre seu ambiente deve ser definido em termos daqueles que o rodeavam. A sociedade tende a aceitar uma pessoa pelo que ela pretende ser, de sorte que um louco que finja ser um gênio sempre tem certa possibilidade de merecer crédito, pelo menos no inicio. Na sociedade moderna, com sua falta de discernimento, essa tendência é ainda maior, de modo que uma pessoa que não apenas tem certas opiniões, mas as apresenta num tom inabalável de convicção, não perde facilmente o prestigio, não importa quantas vezes tenha sido demostrados seu erro. ( Arendt, Hanna – Origens do totalitarismo)

Assim, os petralhas sabem que a convicção formada entre o povo de que tudo o que politicos fazem e falam é “conversa fiada” pode ser evitado aderindo a opiniões de forma inflexivel. O fechamento da ideologia sobre si mesma estrutura-se no fato de suas respostas básicas serem sempre as mesmas, aconteca o que acontecer e não podendo responder aos problemas colocados, desloca a questão.  Assim, para responder as denuncias de corrupção desenfreada de seus membros, presente toda hora nos meios de comunicação, criou-se o PIG, partido da imprensa golpista. Por ter o nome de partido, já esclarece o “crente petista” que o PIG tomou parte de um lado, logicamente contrário. Por ser da imprensa mostra o destaque que é dado e a ação da burguesia opressora  que detém os meio de comunicação e golpista porque quer apear por golpe os verdadeiros e legítimos representantes do povo. Não importa que nada disso não seja verdade e que o proprio governo, via conceção e verba publicitária controle boa parte dos meios de comunicação. O fechamento ideológico revela de modo claro os mecanismos clássicos de cegueira psicológica, pela qual os indivíduos se confortam com suas crenças e preconceitos. Neste ponto, chegamos a uma ideologia que pode afirmar tudo, até o seu contrário, e até tenha aparentemente seja fundamentada na razão, não passando porém de um truque barato de ilusionismo. Os judeus ontem, o PIG hoje. Só não mudam os mecanismo ideológicos.
Outro dos sintomas que vemos claramente e com muita preocupação é também o que ocorreu na alemanha pré-nazista; a cooptação dos extremos da sociedade, de um lado os mais necessitados e de outros os grande banqueiros e grandes industriais. Já as massas, tem de ser conquistadas ou intimidadas pela propaganda, pelo continuo martelar ideológico. Nisso se concentra hoje grande parte do direcionamento publicitário do governo. 


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Mãos ao alto, isto é um referendo

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Mesmo para aqueles que detestam o gênero  e nunca tiveram  a mínima vontade ou curiosidade de ver conhecem a o enredo invariável; Jason, ou Fred Kruguer, ou qualquer outro dos monstros de Hollyhood é morto pelo menos provável dos heróis no último filme. Parece que tudo está em paz e jovens de pouca cabeça, muito silicone e muitos hormônios resolvem se divertir em um lago, uma casa abandonada ou coisa que o valha. Eis que de repente, por um descuido ou por invocação demoníaca ressurge mais uma vez a criatura  trazendo um caudaloso rio de sangue e terror.

Esse enredo é velho conhecido dos brasileiros. Políticos sem imaginação e com muita cara de pau revivem “personagens” muitas vezes mortos. Querem que sua criatura, por invocação demoníaca,  reviva e lhes dê o poder de reinar por mil anos sobre a terra. Ou pelo menos a chance de manipular e desviar um pouco mais de verba, o que acham bem melhor, pois não irão viver os mil anos pra gastar.

O Jason da vez é o referendo propondo o desarmamento da população como forma de acabar com a violência. O principal argumento é o caso de realengo, do tal Wellinton13, alias um número bem sugestivo e até por que não dizer, para ficarmos no assunto de mistério, cabalístico. Não, não faço nenhuma inferência maliciosa ao fato do número ser o mesmo de um certo partido, cujas centenas de militantes usam o número ao final do “nome de guerra” no Twitter. È apenas uma infeliz coincidência. E que realmente 13 é um número com uma certa aura maligna, herança de nossa cultura europeia. Divago demais. Vamos repor  o assunto nos trilhos e seguir pela trilha.

Como ia dizendo, agora tentam usar o ocorrido para reviver uma  velha fixação; desarmar completamente a população. Os arautos do governo afirmam; quando todo o cidadão respeitador da lei e pagador de impostos entregar as armas que legalmente possuem, a bem aventurança descerá magicamente sobre a terra. Por inferência então aprendemos que só ocorrem mortes por arma de fogo por culpa do cidadão comum, esse ser tão desprezível para a esquerda. Também podemos entender que o pobre criminoso, ou o traficante, ou o estuprador, os sequestradores, estas reais  vítimas do modelo de  sociedade capitalista excludente, só querem se defender. Eles olham apavorados de suas bocas de fumo o terrível homem comum, andando com sua perigosa família, espreitando, analisando. Se não tivessem as leis e os progressistas para os defender o que seria destes pobres seres humanos?

Mas sempre há esperança; o finado referendo, derrotado por mais de 60% d população volta de novo a vida. É a nova velha panaceia, a mostra de  que o governo está sim fazendo algo para acabar com a violência e o crime. Quanto a desarmar os bandidos? Nem pensar! Como eles irão se proteger de nós, terríveis e tenebrosos cidadãos?

O governo volta a dizer; mão ao alto, isto é um referendo!




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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tome uma posição e seja ouvido



"Sabem o que mais chama a atenção nisso tudo? No Brasil, até a oposição reagir a uma campanha governista, daria tempo de ler e reler Guerra e Paz. Nos EUA, Obama mal teve tempo de agir, e a reação foi imediata. O vídeo dos republicanos já foi acessado 612.145 vezes". Reinaldo Azevedo  Corra para ler o resto.
Se corresse por nossas veias um mínimo de gotas do mesmo sangue que empurrou Tiradentes para a forca, Reinaldo Azevedo não teria necessitado de, infinitas vezes, tentar empurrar os leitores à alguma reação. Não se pode afirmar que ele, realmente, sempre que escreve está dizendo o que os leitores devem ou não fazer. Mas observa-se que todos os leitores querem ouvir, contudo lhes falta a coragem para querer entender. Muito menos reagir.

Reinaldo cumpre o papel que cabe a todo bom jornalista, independentemente, de bons leitores, de leitores pedindo a liderança. Não se pode desejar que ele assuma o comando da pouca vontade que existe no povo brasileiro. O tão propalado 44 milhões de eleitores que ficaram fora do PT não estão se levantando.

Quem já correu lá e leu o artigo linkado acima, deve parar para pensar e muito. O que está ali escrito como de tantas outraas vezes ? A mesma coisa que até agora não foi percebida.

Quando Reinaldo Azevedo refere-se à capacidade de reação do povo americano, nós poderíamos nos perguntar, ao menos isto, se nós também não podemos reagir. Reagir sem partidos políticos sem conchavos com grupos sobrecarregados de interesses partidários, sem celebridades, sem estrelas de nenhuma grandeza,  mesmo à despeito de não termos uma Constituição Plena, uma Senhora de 222 anos de idade que impulsionou  o despertar do povo americano para os primeiros passos do grassroot.
"Saí de casa no Texas em 04 de fevereiro de 2009 e dirigi toda a noite em direção a Washington DC, sem parar, fui contra a vontade de minha família, amigos e desejos da mulher. 
Eu dormi apenas uma hora naquela noite e telefonava para minha esposa enquanto eu atravessava cada Estado. Na noite seguinte, em 5 de fevereiro de 2009, eu já havia chegado a Washington, e fique na Pennsylvania Avenue protestando, sozinho e com frio."  Dale Robertson ( Prosseguir leitura
Desde o início, para quem acompanhou passo a passo, tudo era movido à profunda raiva pelos desrespeitos à Constituição americana, medo, frustração com a eleição de Obama e suas promessas não cumpridas e grande ameaça comunista da administração Obama à Liberdade  individual. O povo pelejou para acordar seus compatriotas por dois anos de muito trabalho de convencimento.

Um dos vídeos mais emocionantes do grassroot foi quando uma pequena empresária, acanhadamente, subiu no palanque improvisado e começou a falar sobre a situação dos pequenos empresários. À medida em que ela ia falando crescia a força revolta e os poucos presentes se emocionavam e se acaloravam. Ao final, ela dizia-se muito surpresa com tudo o que ele foi capaz de dizer e sentir.

Nada do movimento do Tea  Party foi grandioso. Faltava dinheiro para todos e dívidas para a maioria, em meio a uma grande crise econômica. Logo estavam todos se organizando em garage sales ( os nossos bazares)  e em praças públicas para vender tudo aquilo que para muitos de nós encontraria parada certa no lixo. Com o dinheiro arrecadado iniciou-se nova etapa de captação para a formação de fundos.

Não será esta a primeira vez que o visitante lerá sobre a objetividade da Mobilização TiradentesVive, no modelo de organização do Tea Party americano. Sem lideranças. Cada um é um líder que não fica esperando que o outro dê a partida. Ninguém peso morto nas costas do outro. Não havia nem há imposição de liderança, mas tudo só foi possível porque cada membro tomou posse da responsabilidade que cabia. Todos trocando e dividindo ideias e experiências.


Simples assim:

Quantos manifestantes você vê nesta foto ? Apenas um casal. Foi assim o início da reação americana.


quinta-feira, 31 de março de 2011

Reforma Política e escolhas



Considerado que podemos escolher os dois, por qual motivo escolheríamos apenas um ? Quando será que teremos a chance de voltar a poder fazer a escolha pelo Voto Facultativo ?

O Espaço para opiniões está aí, para todos da #Trilha e aos que vierem, no futuro.

sábado, 26 de março de 2011

Primeiro Dever de Casa

Quanto à nossa maioria ... um é suficiente. 
Benjamin Disraeli


Rebelados em Ação

O primeiro dever de casa dos Rebelados já foi feito. Um passo ínfimo para aqueles que só pensam em ação, só acreditam em ação tendo à frente celebridades, famosos, muitos festejos, representantes políticos, todos ao mesmo tempo sendo coordenados por um ou mais partidos políticos disfaçadamente, ou não.
Aqui está o dever de casa que mostra que indivíduos, por iniciativa própria, podem fazer o Brasil caminhar, ainda que muitos se perguntem onde esses gatos pingados pensam que vão chegar com 'tanta revolução'.  Aí vem o bom conselho do Padre Vieira: "as razões não hão de ser enxertadas, hão de ser nascidas..." frase a qual, possivelmente, recorreremos por muitas vezes.
Ao ler o Manifesto de TiradentesVIVE constata-se que ele não se presta como bomba, mas uma mina expositiva posta no caminho do autocratismo. Porque bombas explodem, fazem barulho, destroem, fazem estragos, mas no final tudo é reconstruíndo, como prova nossa História, com a mesma arquitetura anterior.
Gatos pingados Rebelados, cliquem e leiam a Aba Rebelados Em Ação. Após leitura, volte e nos alegre com o seu comentário. @ajuricaba merece !

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O governante implicante - Blogs dos Rebelados

└═─BLOGs DOS REBELADOS─═┘


"Estamos nadando na lama dessa falsa sensação de que o Estado se preocupa com as nossas vidas e as de nossas famílias. Alienamos, de diversas formas, para o Estado a capacidade que deveríamos ter de cuidar de nós mesmos. Depositamos nossa fé nesse Estado-Pai de que ele iria cuidar de nossas necessidades mais básicas, desde que também nos permitisse sermos eternas crianças, irresponsáveis e mimadas, brincando no playground da morte.

E como toda criança com essas birras e beicinhos, não demora para que tropecemos e, machucados, façamos de nosso choro um protesto tardio e ineficiente." 

"O Governante implicante" (Começo e meio você pode ler no Blog Apanágio dos Néscios,  [ @Filonescio ] um dos Rebelados. )

A catástrofe que atingiu o Estado do Rio de Janeiro, com ressalto para a Região Serrana daquele Estado, causou muito pouco efeito no que tange à reflexões mais abrangentes. Seria de grande esperança que pudéssemos todos entender que o Brasil ainda lambe as feridas; mas não é assim, porque logo cicatrizadas, tudo é esquecido até o proximo Carnaval sem Cinzas.

Contudo, ainda se pode contar com uns poucos blogueiros que registram, revoltados, seus sentimentos de total impotência. Blogueiros cientes do papel que lhes cabe: escrever, registrar como se fosse um "Não posso esquecer" : a fitinha amarrada no dedo. E sabem eles, os com mais capacidade de crítica,  onde se encontram as respostas.

O Estado forte, aquele econômico, que não esbanja os recursos da União, que se mantêm distanciado da vida privada dos indivíduos é comumente confundido com o Estado Pai-Polvo ou o Estado Grande. O Estado Pai-Polvo é o todo-toderoso que tudo controla, que assalta o bolso do pagador de impostos e a ele nada devolve senão a mentira e a propaganda ideológica.

O Estado Pai-Polvo é este que nos determina como vivemos e como devemos morrer. Soterrados nos escombros do desprezo. Soterrados pelo Executivo goela grande cercado de 37 Ministérios, Secretarias e outras tantas dezenas de Comissões do Sem-Fim.

O caso não é de reconhecimento, apenas. O quê temos pensado para agir com o fito de não apenas impedir a manutenção do que já existe, muito mais necessitamos saber como fazermos para decepar tantos braços enroscados em nossas gargantas.