segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Todo dia é O Dia, Qualquer hora é a Hora

└═─ São Paulo-Capital pela #Trilha ─═┘
Quanto à nossa maioria ... um é suficiente. 
Benjamin Disraelli




└═─ Dourados-MS pela #Trilha ─═┘

Quanto à nossa maioria ... um é suficiente. 
Benjamin Disraelli




Muitas décadas de desacertos e não será por passe de mágica e barulho que o Brasil encontrará a sua Trilha.





quarta-feira, 10 de agosto de 2011

#SetedeSetembroNegro


└═─Rebelados da #Trilha de @TiradentesVive─═┘#SetedeSetembroNegro




A idéia surgiu de uma informação divulgada pelo Cacique mais antenado da internet. O Chefe,  o BOSS (como eu carinhosamente o chamo) @ajuricabat. O guerreiro da Tribo dos Manaós divulgou essa informação na quarta-feira aqui. Imediatamente achei interessante e repliquei o coice para os meus incautos — jamais incultos — seguidores e, até o momento, já contamos com a adesão de @ngfaleiros @AparecidoSilva @SaoBlack @LuizLeone, @emeoliv @DriFalavigna. A idéia, além do que está no texto original, é levar esse sentimento de luto para o Desfile Militar de 7 de setembro no Sambodromo do Anhembi na capital de São Paulo. Não me recordo se o desfile ainda é televisionado (sei que o do DF é), mas ainda assim seria uma ótima oportunidade para reafirmar que alguns brasileiros — muitos — estão de luto pela morte de uma grande nação. Os que reconhecem essa passagem para o além prematura sabem que um país não pode ser medido somente por a quantas andam as questões de ordem econômica e social. Há dezenas de outras questões que devem ser observadas e que no caso do nosso país têm desempenho sofrível. E há uma, em especial, que é fundamental para compreender porque tudo parece nos tragar para um buraco negro onde a regra é a bandidagem independente do estrato social, a corrupção sem freios em todas as relações humanas e a certeza da impunidade por  centenas  de crimes praticados a todo  momento: A MORAL. Nosso país vive uma crise moral sem precedentes já há alguns anos. 

Os pais de família, tragados pelo politicamente correto e pela tortura de viverem se informando com desinformação por tudo que é lado, já não conseguem transmitir valores maiores para seus filhos. Gerações inteiras são educadas na frente da TV e do computador. Vivem por viver, alimentam-se e respiram por serem necessidades das quais não é preciso muita reflexão para se reconhecer como extremamente necessárias. 

A escola agora não consegue cumprir a sua função mínima de ensinar as 4 operações matemáticas e garantir que seus alunos consigam interpretar um texto de 20 linhas. Os jovens saem do ensino médio semi-alfabetizados e não raro fazem graduação e pós-graduação levando adiante uma cultura de total despreparo e desprezo intelectual e moral. Isso se a escola já não tiver se transformando num pré-vestibular para o presídio, pois é cada vez mais comum vermos casos absurdos de violência também do lado de dentro dos portões. Tendo muita sorte — a sociedade — esses jovens serão apenas engenheiros, médicos e advogados que, desde que não cometam falhas criminosas em suas profissões — algo cada vez mais freqüente também —, não propagarão a falha de sua formação para outros jovens. Mas e quando esses infelizes se acham talhados para serem professores, jornalistas e formadores de opinião? Aí a desgraça ecoa e atinge as novas gerações como uma pá de esterco que ao invés de adubar, soterra por completo as jovens mudas.

Não é possível viver em um país onde os escândalos políticos, os desmandos, o despreparo de governantes, o cassino montado em todos os escalões dos governos, a total falta de vergonha na cara dos homens públicos, ímprobos, cafetões da própria mãe — a Pátria — e a falta de punição para o erro, sejam cuspidos em nossa cara desde o café da manhã até a hora da ceia. 

Não é possível viver num país que possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e em troca não nos oferece segurança, saúde, transporte, saneamento básico etc. Como é possível acreditar que vivemos em uma democracia se o que existe é uma demoapatia generalizada de um povo que foi levado a acreditar que democracia se resume a, de tempos em tempos, votar em algum candidato alegórico que irá fazer alguma coisa que nem ele mesmo sabe em algum lugar que simplesmente desconhece para quê existe? Acreditar que o povo compreenderá o verdadeiro sentido da democracia obrigando-o a votar? Voto obrigatório não é democrático; é uma espécie de coerção praticada pelo Estado para garantir legitimidade a um processo. Mas isso  apenas contribui para que a vitória seja sempre de quem tiver o melhor marqueteiro e a melhor máquina de propaganda: o Poder do Estado. E quando já estivermos cansados dessa camarilha, desses ratos traiçoeiros, calma!, logo já será fevereiro, ainda que o Brasil seja Carnaval o ano inteiro, e poderemos, enfim,  ser felizes sob o sorriso analgésico de um  Momo cada vez mais magro e sem graça.

Sim, mas isso pode mudar um pouco hoje e um pouco mais amanhã. Com poucos hoje e com muitos mais amanhã. Basta sairmos dessa apatia mórbida que tomou conta dos indivíduos de respeitabilidade, dos homens de boa vontade. Basta que demonstremos, com ações simples, que parcela de nossa sociedade não sucumbiu a essa nova era sem valores, sem moral, sem ética e com um senso de justiça totalmente invertido para se adaptar ao caos do mundo.         

Não basta demonstrar insatisfação e indignação no mundo virtual. As redes sociais representam uma parcela ainda insignificante das pessoas reais e dentro delas o percentual das que realmente falam alguma coisa de valor, e não um amontoado de palavras fúteis para serem repetidas por uma legião de ovelhas desinteressadas, é ainda menor. Ou seja: seu avatar não poderá fazer muita coisa, mas você pode. O mundo virtual ainda serve, principalmente, para conhecer pessoas de carne e osso desse lugar que ficou meio fora de moda, mas que ainda é bem interessante: o mundo real. Pessoas que se identifiquem com valores semelhantes aos seus. Pessoas que se reconheçam unidas pelo sentimento de justa ira em ver o país sendo governado, dirigido e aconselhado por turbas de incompetentes e ladrões de todas as graduações que não têm nem mais vergonha de mostrar a cara. 

Faça como eu: saia da tela do computador e ganhe as ruas de forma ordeira, mas determinada. Dia 7 de setembro eu pretendo demonstrar meu luto por esse Brasil nada independente. Deixar registrado, de forma evidente, como é lancinante a minha dor por um país que parece cada vez mais dependente dos interesses de todos os canalhas que se sentem confortáveis por jamais serem confrontados por conta de seus atos.  

Quem for comigo verá que realmente tenho cascos grossos e ferraduras de metal nobre ideais para #trilhas estreitas. Verá também que tenho um pêlo macio sobre uma carcaça magra e repleta de marcas do chicote e das farpas de uma carroça pesada, mas da qual eu não reclamo porque é o meu sustento. Ainda assim, eu estarei lá, pois acredito que o Brasil pode nos dar muito mais do que esse pão bolorento que somos forçados a engolir com um café gelado todas as manhãs, enquanto gargalhamos de alguma piada sem graça cuspindo as migalhas de nossa indiferença para todos os lados. 

Alexandre Core


Este Blog não tem moderação




quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Quem estará conosco?

└═─Blog da #trilha dos Rebelados de @TiradentesVIVE ─═┘Quem estará conosco?


Desde o início da formação do Tea Party americano — organização dos conservadores para fazer frente contra as maléficas intenções da esquerda americana encarnada no Presidente Barack Obama —, tudo que se lê publicado na imprensa brasileira, ou é desinformação ou, o mais plausível, é que esteja sendo, propositalmente, negada a verdade ao leitor brasileiro.

Hora de tentar analisar o comportamento da nossa imprensa e verificar os reais motivos que a têm levado a proceder deste modo. Nota-se, sem nenhuma dúvida o gosto por agradar a esquerda americana. Há um medo sem tamanho e caberia perguntar o porquê. E, os porquês não são poucos.

Não vem de hoje a sistemática maneira deste tratamento. A ligação do Globo, por exemplo, com o grupo Times é antigo. Time-Life-Globo, quem não se recorda ?

As recorrentes inserções de colunistas do New York Times no jornal O Globo dá bem a medida do conluio com a esquerda americana. Também prêmios na área de jornalismo não tem como acontecer se não houver acordo com o main stream mídia americano. E o Globo tem jornalistas premiados.

Concluie-se que, a fatura é cobrada e muito bem paga:

Extremistas que dão as cartas nos EUA. Este foi o título de hoje, naquele jornal, exatamente na Editoria Mundo. Assina uma pretensa especialista em constituição e História americanas. Todo o texto nada mais é do que a macaquice de repetir o que tem dito a imprensa comunista americana — de fácil acesso pela internet — e os membros da administração Barack Obama, por meio do NYT.

Neste mesmo dia quarta-feira, 3 de agosto de 2011, na mesma página de nº 28 da Editoria Mundo, uma coluna assinada por Joe Nocera — também do New York Times —, cujo título faz uso de uma palavra odiada pelo povo americano que é a Jihad. Uma palavra de entendimento islâmico, à cuja religião extremista Barack Obama é unido e da qual, é também, atualmente, o maior publicista para o Ocidente.

A matéria de O Globo, assinada por Janaina Lage sequer tem o cuidado de disfarçar a cópia. Estapafurdiamente, Janaina afirma e define por nomes supostas lideranças do Tea Party. Por tanto desconhecimento a moça nem poderia se dizer jornalista, menos ainda, assinar em tão importante Editoria. Quem foi que informou à jornalista que o Tea Party tem aquelas lideranças ? Os políticos citados saíram do próprio Tea Party, como é o caso de Michele Bachmann. Os demais, trabalharam duro para serem merecedores do apoio — endorsement — do Movimento e sem o qual não teriam sido eleitos. Com exceção de Sarah Palin, que deu total apoio ao início do Movimento do TeaParty ainda no estágio  de Grassroot, ou seja, apoiadora de primeira hora. O Tea Party é o povo, como reitera nossa ilustração.

O movimento do Tea Party não tem controle. É mesmo incontrolável e totalmente independente em qualquer que seja o local. Contudo, o que os une são os valores, comuns a todos os conservadores. É desta união que sai a organização não entendida por quem está de fora até do conhecimento do que seja a cultura patriótica dos membros do Tea Party.

Conservadores não querem ser cidadãos do mundo globalizado da Nova Ordem Mundial. Eles querem continuar sendo americanos, uma nação com seus valores seculares — mais correto dizer, seria milenar. A importância do Tea Party de 1773 para o de hoje, é equivalente à importância da independência daquele povo. Em defesa dos mesmos ideais de liberdade, de necessidade de dizer não a tudo e a todos que lhes ameaçam os direitos individuais e a autonomia dos Estados, todos direitos inalienáveis, constitucionais.

Se um povo harmonioso em valores como religião, valores morais e cívicos enfrenta tantas barreiras de grande parte da mídia deles, seria bom que fossemos logo pensando sobre veículo da imprensa brasileira que seria a favor do TiradentesVive. Sim, porque, contra já saberíamos de antemão.



sexta-feira, 20 de maio de 2011

Reforma Eleitoral. Como vai ser ?

Envie sua foto com um simples cartaz em cartolina e pilot, ou como você queira e possa.



Para enviar sua manifestação sobre o tema Voto Facultativo e Voto Distrital você só precisa de uma cartolina e um pilot. Não é necessário que fotografe no meio de grandes avenidas ou aglomerado de gente. O povo brasileiro está acostumado com farra, festanças e barulhos, inócuos quase sempre, mesmo aqueles que são sendo *guiado* por mobilização de partidos políticos.

No TeaParty americano, mesmo se tratando  de um povo rico com acesso fácil à tecnologia, iniciou-se deste jeito simples. Depois, vieram os vídeos.

TiradentesVive não tem partido nem é representação de interesses pessoais. 
Siga @TiradentesVive no Twitter




terça-feira, 10 de maio de 2011

Passaportes Diplomáticos do Lula e família: assunto de Honra Nacional


Passe livre: passaportes concedidos abrem privilégios que os demais brasileiros não têm, como dispensa de visto.


Escrevi no Blog Tribo dos Manaós sobre a concessão dos malditos passaportes diplomáticos concedidos pelo Itamaraty aos filhinhos e netinhos do ex-Presidente. O título do post foi "Mudaram o Plebiscito?". Transcrevemos um trecho para retomarmos a idéia.

Em 1993, houve um plebiscito para se definir a forma e o sistema de governo no Brasil. Foi definido em consulta popular que seria adotado o Presidencialismo Republicano. Pois bem, após esgotado (e põe esgotado nisso) seu período administrativo, o EX quer por auto-decisão divina fazer a nação crer que existe uma família real, a quem serão concedidas benesses e privilégios eternos e hereditários. Depois vem a público a concessão de passaporte diplomático à prole, também sem o menor amparo legal e, principalmente, moral. 

Que interesses tem a Nação nessas duas criaturas despreparadas, cujos negócios floresceram claramente à sombra do cargo para o qual o pai foi eleito? 

O Itamaraty dizer que se trata de "renovação" não se justifica de forma nenhuma. Tinham porque eram filhos do presidente. Acabou o mandato, acabou o visto. Pronto. Tchau e benção. Resta aos mortais ficar de olho aberto e não deixar que isso caia no lugar comum de tantos desmandos cometidos nos anos de (des)governo do ex-Presidente Lula da Silva. 

Retomemos o post.  O Ministério das Relações Exteriores, conhecido nas bocadas como Itamarati, veio hoje a público e na maior pachorrice afirma em nota oficial que a concessão de sete passaportes diplomáticos destinados a quatro filhos e três netos do EX foi absolutamente regular. Claro que o texto não informa se os documentos foram recolhidos ou devolvidos. O comunicado foi emitido em resposta ao Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) que considerou a concessão dos documentos irregular e pediu sua devolução. No começo de abril, o MPF exigiu a devolução e cobrou explicações do Itamaraty. 

O MPF deve recorrer à Justiça para resolver a questão, já que os diplomatas tão polidos sentaram em cima das solicitações feitas por vias administrativas. 

Diz a Nota 182/2011: 
“Todos os passaportes diplomáticos expedidos pelo Ministério das Relações Exteriores até 24 de janeiro de 2011 foram concedidos em estrito cumprimento às regras do Decreto nº 5.978/2006. Não existem, no entendimento deste ministério, quaisquer elementos que justifiquem questionamentos à motivação ou à legalidade dos referidos atos.
O Ministério Público analisou 328 passaportes vermelhos e chegou à conclusão de que a concessão dos documentos foi irregular, pois foram emitidos em caráter excepcional pelo Itamarati, com o argumento que seriam pessoas com atividades de interesse da nação. Mas, para o Ministério Público Federal, as justificativas são impertinentes. 

Repito o que já escrevi: Que interesses tem a nação nessas duas criaturas despreparadas, cujos negócios floresceram claramente à sombra do cargo para o qual o pai foi eleito? 

A manutenção desses documentos de posse dos Lula da Silva é uma atentado ao bom senso, moral e ética; um tapa ardido no rosto dos brasileiros que acompanham esse tipo de informações e não só os capítulos das novelas e jogos de futebol.

Por que não perguntamos nós também ao MRE se os bonitinhos do papai devolveram ou não os passaportes?

Pode ser pelo twitter @MREBRASIL ; pelo Facebook MRE Brasil; ou no link de contato no site oficial http://www.itamaraty.gov.br/contact-info 

Não podemos deixar isso barato. É uma questão de honra, questão de hombridade. Leiam aí em baixo, sobre o nosso santo protetor, São Honesto. Haja.

Vou repetir o que já escrevi por ai, prá fazer virar bordão: 
"É pau prá comer sabão e pau prá saber que sabão não se come."

@Ajuricabat - TriboDosManaos



Crédito para a imagem


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Assim vivermos para todo o sempre. Amém ?

Por @Decicote



Os homens normais não sabem que tudo é possível

 David Rousset

A utopia socialista tem em sua raiz uma matriz religiosa, principalmente o judaísmo. Assim como o judaísmo e quase todas as religiões apocalípticas o socialismo vem da utopia de que a história da humanidade caminha para um desfecho, para um fim.
Mas o que para a religião é o paraíso, o céu, o nirvana, para o socialismo o é a ditadura do proletariado, um tempo projetado em um futuro sempre próximo, o “destino da humanidade”, portanto existe desde sempre, e é tarefa do “revolucionário” apressar esse futuro. Como é inevitável e até extremamente desejável que as profecias do homem de Trier (Marx) se realizem, todos os meio são válidos.  Moral, ética, humanismo são ideias e ideais da burguesia, do inimigo da igualdade, do mal, porém é tarefa do revolucionário usá-los, se os fins forem válidos para que brote do seio da humanidade o novo homem, em uma nova sociedade. Desestabilizar a suja e maléfica sociedade capitalista corrompendo sua juventude, fazendo de todos os seres tutelados pelo estado, destruir os vínculos familiares mesmo à custa de dor e morte, não importando com quem se unir. Mesmos os velhos inimigos são potenciais aliados estratégicos. Nunca é descartada e eliminação física dos oponentes. Os fins justificam os meios.  O admirável mundo novo tem pressa e será um tempo onde reinará a paz, haverá fartura e todos serão iguais. Não será necessário formular questões novas, pois o livro sagrado já deu todas as respostas. Tudo terá virado síntese. Todos viverão em paz e não haverá desejos, não haverá dor nem tristeza.

Todos os problemas estarão resolvidos e assim vivermos para todo o sempre amém.

Este é basicamente o credo do revolucionário, o estado totalitário por excelência. Muitos ficam espantados e intrigados quando veem que não foi pela via da violência revolucionária que muitos estados totalitários foram implantados, e a Alemanha nazista é um exemplo sempre presente e educativo. Hitler e seus asseclas chegaram ao poder dentro das regras do sistema democrático. Hanna Arendt, em origens do totalitarismo afirma que o acontecido destruiu duas ilusões dos países democráticos em geral; a de que o povo participava ativamente do governo e que todo individuo simpatizava com um partido ou outro. Na verdade as massas politicamente neutras e indiferentes e que compunham a grande massa podiam facilmente constituir a maioria nestes países, e ao serem conquistadas por este ou aquele, fazer com que a democracia funcionasse com regras de uma minoria. A segunda ilusão destruída era que essa massa neutra não influía nos processos democráticos, servindo apenas como pano de fundo da nação. Citando textualmente;
“Assim, quando os movimentos totalitários invadiram o parlamento com seu desprezo pelo governo parlamentar pareciam apenas contraditórios; mas na verdade conseguiram convencer o povo em geral de que as maiorias parlamentares eram espúrias e não correspondiam necessariamente à realidade do país, solapando com isso a dignidade e confiança dos governos na soberania da maioria.” (Arendt, Hanna – Origens do totalitarismo).
Ao desmoralizar as instituições usando o sistema contra o sistema, os nazistas criaram a escola que seria seguida muito tempo depois pelo pt. Hoje movimento parecido parece cada vez mais solapar a democracia e as instituições brasileiras. Desde o governo passado está em marcha, com o patrocínio dos próprios parlamentares do congresso, com membros do judiciário e muitos membros da oposição propositiva um continuo ataque às instituições e leis do país. Querem acabar com o TCU, responsável pela fiscalização das contas públicas. O governo dilma, com sua maioria esmagadora e seus mais de 300 picaretas não legislam nem fiscalizam o governo e propõem projetos que apenas fracionam cada vez mais a sociedade. Pede liberação de jogos e drogas, o que acuaria cada vez mais o cidadão comum em seu medo de ir e vir com segurança. Não se abre mais nenhuma CPI para averiguar os seguidos escândalos que ganham as manchetes de uns poucos jornais e revistas.  Mesmo ministros do supremo, teoricamente os guardiões da constituição, admitem em entrevista que direitos individuais podem ser violados em nome do “bem comum”.  A inflação caminha a passos largos, os impostos nunca foram tão altos e a autossuficiência no petróleo, o passaporte para o futuro que era o pre-sal parece ser uma viagem do nada a lugar nenhum. Fernando Collor, Sarney e Renam Calheiros comandam o senado, onde nada mais há para se discutir. O parlamento, o lugar onde se parla perdeu o sentido de ser quando as poucas vozes contrárias são caladas ou impedidas de falar, enquanto os apaniguados falam por horas.
Os que tentam argumentar com os petistas não conseguem ultrapassar a barreira que há entre o pt e a realidade, pois só há dialogo quando aceitamos a validade do interlocutor, o que não é o caso do pt. O axioma básico da ideologia petista é exatamente o mesmo de outros partidos e regimes totalitários. A mentira é o lugar comum. E apesar de tudo, não há oposição, ou a pouca oposição que há procura se destruir, atrás de seus próprios interesses e esquecendo que representa o povo, não a si mesmo e a seus cargos.
O governo patrocina de forma desavergonhada empresas de comunicação que não funcionam como propagadoras de noticias simplesmente, mas como propagadoras de ideias e da ideologia. Esconde o crime, enquanto continuam a investir na imagem que foi deixada por lula, mesmo que nada do que digam tenha a ver com a realidade, e aqui cabe citar outro paralelo de lula, Hitler, Stalin, Fidel,....;

O fascínio é um fenômeno social, e o fascínio que Hitler exercia sobre seu ambiente deve ser definido em termos daqueles que o rodeavam. A sociedade tende a aceitar uma pessoa pelo que ela pretende ser, de sorte que um louco que finja ser um gênio sempre tem certa possibilidade de merecer crédito, pelo menos no inicio. Na sociedade moderna, com sua falta de discernimento, essa tendência é ainda maior, de modo que uma pessoa que não apenas tem certas opiniões, mas as apresenta num tom inabalável de convicção, não perde facilmente o prestigio, não importa quantas vezes tenha sido demostrados seu erro. ( Arendt, Hanna – Origens do totalitarismo)

Assim, os petralhas sabem que a convicção formada entre o povo de que tudo o que politicos fazem e falam é “conversa fiada” pode ser evitado aderindo a opiniões de forma inflexivel. O fechamento da ideologia sobre si mesma estrutura-se no fato de suas respostas básicas serem sempre as mesmas, aconteca o que acontecer e não podendo responder aos problemas colocados, desloca a questão.  Assim, para responder as denuncias de corrupção desenfreada de seus membros, presente toda hora nos meios de comunicação, criou-se o PIG, partido da imprensa golpista. Por ter o nome de partido, já esclarece o “crente petista” que o PIG tomou parte de um lado, logicamente contrário. Por ser da imprensa mostra o destaque que é dado e a ação da burguesia opressora  que detém os meio de comunicação e golpista porque quer apear por golpe os verdadeiros e legítimos representantes do povo. Não importa que nada disso não seja verdade e que o proprio governo, via conceção e verba publicitária controle boa parte dos meios de comunicação. O fechamento ideológico revela de modo claro os mecanismos clássicos de cegueira psicológica, pela qual os indivíduos se confortam com suas crenças e preconceitos. Neste ponto, chegamos a uma ideologia que pode afirmar tudo, até o seu contrário, e até tenha aparentemente seja fundamentada na razão, não passando porém de um truque barato de ilusionismo. Os judeus ontem, o PIG hoje. Só não mudam os mecanismo ideológicos.
Outro dos sintomas que vemos claramente e com muita preocupação é também o que ocorreu na alemanha pré-nazista; a cooptação dos extremos da sociedade, de um lado os mais necessitados e de outros os grande banqueiros e grandes industriais. Já as massas, tem de ser conquistadas ou intimidadas pela propaganda, pelo continuo martelar ideológico. Nisso se concentra hoje grande parte do direcionamento publicitário do governo. 


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Mãos ao alto, isto é um referendo

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Mesmo para aqueles que detestam o gênero  e nunca tiveram  a mínima vontade ou curiosidade de ver conhecem a o enredo invariável; Jason, ou Fred Kruguer, ou qualquer outro dos monstros de Hollyhood é morto pelo menos provável dos heróis no último filme. Parece que tudo está em paz e jovens de pouca cabeça, muito silicone e muitos hormônios resolvem se divertir em um lago, uma casa abandonada ou coisa que o valha. Eis que de repente, por um descuido ou por invocação demoníaca ressurge mais uma vez a criatura  trazendo um caudaloso rio de sangue e terror.

Esse enredo é velho conhecido dos brasileiros. Políticos sem imaginação e com muita cara de pau revivem “personagens” muitas vezes mortos. Querem que sua criatura, por invocação demoníaca,  reviva e lhes dê o poder de reinar por mil anos sobre a terra. Ou pelo menos a chance de manipular e desviar um pouco mais de verba, o que acham bem melhor, pois não irão viver os mil anos pra gastar.

O Jason da vez é o referendo propondo o desarmamento da população como forma de acabar com a violência. O principal argumento é o caso de realengo, do tal Wellinton13, alias um número bem sugestivo e até por que não dizer, para ficarmos no assunto de mistério, cabalístico. Não, não faço nenhuma inferência maliciosa ao fato do número ser o mesmo de um certo partido, cujas centenas de militantes usam o número ao final do “nome de guerra” no Twitter. È apenas uma infeliz coincidência. E que realmente 13 é um número com uma certa aura maligna, herança de nossa cultura europeia. Divago demais. Vamos repor  o assunto nos trilhos e seguir pela trilha.

Como ia dizendo, agora tentam usar o ocorrido para reviver uma  velha fixação; desarmar completamente a população. Os arautos do governo afirmam; quando todo o cidadão respeitador da lei e pagador de impostos entregar as armas que legalmente possuem, a bem aventurança descerá magicamente sobre a terra. Por inferência então aprendemos que só ocorrem mortes por arma de fogo por culpa do cidadão comum, esse ser tão desprezível para a esquerda. Também podemos entender que o pobre criminoso, ou o traficante, ou o estuprador, os sequestradores, estas reais  vítimas do modelo de  sociedade capitalista excludente, só querem se defender. Eles olham apavorados de suas bocas de fumo o terrível homem comum, andando com sua perigosa família, espreitando, analisando. Se não tivessem as leis e os progressistas para os defender o que seria destes pobres seres humanos?

Mas sempre há esperança; o finado referendo, derrotado por mais de 60% d população volta de novo a vida. É a nova velha panaceia, a mostra de  que o governo está sim fazendo algo para acabar com a violência e o crime. Quanto a desarmar os bandidos? Nem pensar! Como eles irão se proteger de nós, terríveis e tenebrosos cidadãos?

O governo volta a dizer; mão ao alto, isto é um referendo!




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